Aumento da AIDS no Mundo:
Para a Igreja Católica existe apenas uma solução verdadeira para o problema
Cerca de 2,3 milhões de crianças e jovens de até 15 anos são portadores do HIV, e apenas um em cada dez que precisam de tratamento conseguem atendimento, segundo aponta relatório divulgado nesta terça-feira pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).Esse quadro faz com que os 90% das crianças que deixam de receber tratamento enfrentem um "futuro duro e efêmero'. A metade delas não chega a completar dois anos de vida.Além disso, calcula-se que existam no mundo 15,2 milhões de jovens com menos de 18 anos que perderam algum de seus pais em decorrência da Aids. Além de privar crianças e adolescentes dos cuidados paternos ou maternos, isso condiciona muitos outros aspectos de sua vida, como as chances de ser adotado.Apesar dos esforços, esse número deve subir para 20 milhões em 2010, segundo o Unicef, que calcula em US$ 30 bilhões a injeção de dinheiro necessária nos próximos quatro anos para melhorar drasticamente a situação da infância em relação à Aids.Com esse montante, seria possível cumprir as metas estabelecidas na iniciativa "Unidos com a juventude, unidos para vencer a Aids", lançada em outubro de 2005 por diferentes agências internacionais."Mas apesar de os resultados continuarem sendo tragicamente insuficientes, em alguns aspectos importantes há mudanças", diz o relatório.
(Folha Online - 16/01/2007 - 10h53)
Comentário Prof. Felipe Aquino
A UNICEF informa que são 2,3 milhões de crianças e jovens acometidos pela AIDS e que o número de mortes por este mal, deve aumentar para 20 milhões até o ano de 2010. A humanidade luta a mais de 20 anos contra este flagelo e até hoje não tem solução, ainda não foi possível criar um remédio, uma vacina para acabar com o vírus por que ele é mutante, então é muito difícil fazer uma medicação. Mas há uma solução. A Igreja Católica defende e oferece uma solução ética, moral e até mesmo científica, para acabar com este mal: a castidade.Cada um viver o sexo apenas com seu cônjuge, o sexo vivido como Deus quer: no casamento. Dentro da fidelidade conjugal, excluindo o adultério, assim ninguém vai pegar mais a Aids.Pode ser uma solução difícil, mas esta é a solução segura, os outros são métodos falsos. Não adianta distribuir camisinhas, isso vai intensificar ainda mais o uso anti-ético, imoral do sexo e fomentar a propagação da Aids.Para a Igreja a solução está em ensinar aos jovens uma educação sexual correta que é viver a castidade e vida sexual apenas no casamento. Desta forma jamais a Aids será propagada.Prof. Felipe Aquino
Prof. Felipe Aquino, 57, é doutor em Física pela UNESP. Casado há 34 anos, tem cinco filhos. Foi membro da Comissão Nacional da Renovação Carismática Católica (RCC). Participa de encontros no país e no exterior, já escreveu 45 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: "Escola da Fé" e "Trocando Idéias".

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