Por que amamos tanto o pecado?
Sim, isso é uma pergunta, contudo, nessa circunstância, terei a ousadia de conjugá-la como uma afirmação: “Sim, amamos muito o pecado...”. Todavia, do título inicial quero conservar o interrogativo: Por quê?
Essa afirmação se fundamenta no ofício de observar, na arte de contemplar corações em um constante “debater-se” diante das razões e significados que compõem sua própria existência.

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